E passa o vento frio pela pequena fresta da janela.
Toca o dedo do pé, esfria a alma.
E passa o vento frio pela pequena fresta dos dias.
Toca o dedo da alma, esfria o pé.
E passa o vento frio…
Toca o intocável.
Esfria o impossível de aquecer.
Eu vejo tudo enquadrado…
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