Todos os seus passos nada mais são que incertos
Nos seus momentos de solidão, risca as paredes com o giz de cera dos seus 6 anos
Olha pela janela do edifício e vê sua vida passando quadro a quadro
Olhos atentos nos passos não dados, nos dias não vividos
Como consequência resta só o arrependimento
Mas nada contorna o passado
Nada retorna o que ficou para trás
O que consola é saber que também não foi em vão
E que a felicidade sempre vem
Mesmo quando não a merecemos

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